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Pensamento do dia:

"Não fazemos o que queremos e, no entanto, somos responsáveis pelo que somos" - Jean Paul Sartre

Para se tornar um deus você tem que ser...

...uma criatura divina, ou um bom mentiroso ou até mesmo um craque de futebol do seu país. 
Venha você ser um deus também!

Pensamento do dia:

"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão" - Confúcio

Deus criou o homem...

... e o homem pagou-lhe na mesma moeda.

Coisas que você não perde nada em saber...


  • Se você ficar gritando por 8 anos, 7 meses e cinco dias, terá produzido energia sonora suficiente para aquecer uma xícara de café.
  • O coração humano produz pressão suficiente para jorrar o sangue para fora do corpo a uma distância de 10 metros .
  • O orgasmo de um porco dura 30 minutos.
  • Uma barata pode sobreviver 9 dias sem sua cabeça até morrer de fome.
  • Bater a sua cabeça contra a parede continuamente gasta em média 150 calorias por hora.
  • O louva-deus macho não pode copular enquanto a sua cabeça estiver conectada ao corpo. A fêmea inicia o ato sexual arrancando-lhe a cabeça.
  • A pulga pode pular até 350 vezes o comprimento do próprio corpo. É como se um homem pulasse a distância de um campo de futebol.
  • O bagre tem mais de 27 000 papilas gustativas.
  • As borboletas sentem o gosto com os pés.
  • O músculo mais forte do corpo é a língua.
  • Pessoas destras vivem em média 9 anos mais do que as canhotas.
  • Elefantes são os únicos animais que não conseguem pular.
  • A urina dos gatos brilha quando exposta à luz negra.
  • O olho de um avestruz é maior do que o seu cérebro.
  • Estrelas-do-mar não têm cérebros.
  • Ursos polares são canhotos.
  • Seres humanos e golfinhos são as únicas espécies que fazem sexo por prazer.

Pensamento do dia:

"Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo"- Platão

Você acha que seu medo é estranho?


Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho.
Esfecsofobia - medo de marimbondos.
Termofobia - medo de calor.
Uiofobia - medo dos próprios filhos.
Micofobia - medo ou aversão por cogumelos
Mirmecofobia - medo de formigas.
Isopterofobia - medo de cupins.
Hialofobia - medo de vidro.
Lalofobia - medo de falar.
Globofobia – medo de bexigas
Dendrofobia - Medo de árvores
Neofobia – medo de coisas novas.
Fobofobia - Medo de possuir uma fobia.
Hadefobia - medo do inverno.
Gerontofobia - medo de pessoas idosas.
Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas.
Fagofobia - medo de engolir ou de comer.
Eleuterofobia - medo da liberdade.
Dipsofobia - medo de beber.
Corofobia - medo de dançar.
Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos.
Verbofobia - medo de palavras.
Simbolofobia - medo de símbolos.
Seplofobia - medo de material radiativo.
Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo.
Cronomentrofobia - medo de relógios.
Antofobia - medo de flores.
Amnesifobia - medo de perder a memória.

Pensamento do dia:

"As novas opiniões são sempre suspeitas e geralmente opostas, por nenhum outro motivo além do fato de ainda não serem comuns" - John Locke

A importância da arte




    Década de trinta, as ruas da periferia norte americana tinham como trilha sonora o poderoso Jazz dividindo espaço com outros estilos musicais que estavam ganhando força na época.  Comunistas, cantores liberais e negros, isso mesmo, colocamos aqui negros como algo a parte, pois assim eram vistos na época, dividiam espaço em clubes chamados “Cafés” para discutir sobre ideais e ouvir o velho ritmo que movia, mesmo que às escondidas, os “liberais” da época.
   A supremacia dos “brancos” perante os “negros” era algo de se impressionar. Parecia até que eram duas espécies diferentes de seres humanos dividindo o mesmo espaço, claro que com os brancos comandando tudo. Ofensas verbais do tipo “macaco”, “escurinho”, “sujo” eram faladas por todo o lugar enquanto crianças riam desse exemplo que seus pais deixavam, de que elas eram superiores àquelas outras crianças que, de diferente mesmo só tinham a cor da pele. Mas foi em Indiana, que as coisas passaram do limite.
   Um belo dia de agosto, como outro qualquer daquela década, um bando de homens brancos enforcaram em “praça pública” (sim, bem clichê), Thomas Shipp e Abram Smith, claro, depois de serem linchados, não poderia faltar, já que era uma prática comum da época linchar homens e mulheres negros. Sinceramente não sabemos pelo que foram acusados, mas posso dizer com certeza que não foi nada que pudesse justificar um ato de tanta barbárie. Pessoas riam enquanto viam os corpos daqueles dois cidadãos americanos balançando em uma árvore como se fossem duas frutas, idéia que  inspirou Abel Meeropol, um professor judeu do colégio Bronx em Nova Iorque. Chocado com a foto do ocorrido tirada por Lawrence Breitler, ele decide criar um poema de nome “Fruto Estranho”, em inglês “Strange Fruit”, que mais tarde foi transformado em música e gravado por vários cantores americanos, mas ficou eternizado na voz de Billie Holiday, que sempre procurava cantar em seus shows.
Thomas Shipp e Abram Smith enforcados em praça pública

   Você deve estar se perguntando por que nós do Partícula estamos falando desse ocorrido. Muito bem, queremos mostrar como algo muitas vezes banalizado pode ser de uma representação, de uma simbologia incrível. A música. Muitas vezes você ouve músicas, tanto internacionais quanto nacionais, sabe cantar ela inteira, mas não conhece a história por trás da mesma, história esta que pode ter mudado a vida de inúmeras pessoas. Pretendemos agora a partir desse post, falar um pouco em como a música, não só ela mas a arte em si, é bem mais do que achamos que seja. Em uma época onde músicas estão cada vez mais banalizadas, queremos mostrar que uma música pode ser bem mais do que um monte de rimas com um instrumento tocando ao fundo. Porque existe uma grande diferença entre um músico de verdade e uma estrela da música.
   
                                                Equipe Partícula Elementar.

Explicação do porque os dinossauros não foram pra bíblia...



...tudo antes do dilúvio não prestava

Pensamento do dia:

“Existem momentos na vida onde a questão de saber se pode pensar diferentemente do que se pensa, e perceber diferentemente do que se vê, é indispensável para continuar a olhar e refletir” – Michel Foucault

Receita do dia


 VIDA:

Ingredientes:
  • Um frasco contendo um pouco de água
  • Um frasco com uma mistura dos gases metano, amoníaco e ácido sulfídrico.

Como fazer:
Una os frascos com um tubo de borracha e introduza uma pitada de eletricidade. Após alguns dias, a água na cor verde e amarela irá se tornar um caldo forte onde você encontrará aminoácidos, ácidos gordurosos, açúcares e vários outros compostos orgânicos. Você acaba de criar as condições ideais para que essa sopa se torne um ser vivo.

   O “chefe” que conduziu essa “receita” pela primeira vez foi Stanley Miller, um estudante um tanto quanto criativo da universidade de Chicago em 1953. Ele quis representar através dessa simples simulação as condições no início da terra, quando a vida estava sendo criada no laboratório que conhecemos como natureza.
   A água aqui citada representava o oceano primordial terrestre e o outro frasco contendo a mistura de gases representou a atmosfera da época. Se você já estudou química orgânica, biologia ou até mesmo leu em algum lugar, sabe que os aminoácidos são a base da vida complexa, a nossa, por exemplo. São eles que formarão com uma série de reações e transformações microscópicas as proteínas que são a matéria prima biológica do nosso planeta. Essas proteínas por sua vez se encarregarão de criar através de elaborados processos cada célula que constitui o nosso corpo.
   Na época, o supervisor de Stanley Miller, Harold Clayton Urey, cientista que gostava de trabalhar com isótopos de hidrogênio entre outros elementos e que recebeu o Nobel de Química de 1934 pela obtenção do deutério e pelo isolamento da “água pesada”, encantado com o trabalho disse: “Se Deus não fez desta maneira, perdeu uma boa chance”.
   Ironicamente, o princípio da vida havia sido criado em laboratório, embora seja um fato de enorme importância, poucas pessoas sabem do ocorrido, não entendemos o motivo disso. Pelas escolas que passamos nada relacionado ao assunto foi abordado em nenhuma das séries do currículo escolar. Estranho, porque isso abriria um novo jeito de ver as coisas para a maioria dos alunos.
   Recentemente saiu uma matéria na revista Super Interessante dizendo que carne poderia ser criada em laboratório através de células que regeneram partes danificadas dos músculos (leiam a matéria aqui). Isso nos mostra que tudo é uma questão de estudos um tanto quanto simples, de métodos químicos, físicos e biológicos. Hoje podemos ver o que a natureza tem feito desde o surgimento do universo sendo representado em laboratório com grande louvor, grande parte das perguntas que assombraram a terra por séculos vêem sendo respondidas na teoria e na prática por cientistas de todo o mundo. Não está na hora de mudar o termo "deus" para "natureza"? E o termo "divino" para "natural"?

                                                Equipe Partícula Elementar.



Aumentar histórias...


...porque a verdade não seria tão interessante.

Pensamento do dia:

"Todos os partidos são variantes do absolutismo. Não fundaremos mais partidos; o Estado é o seu estado de espírito" - Raul Seixas

Realidade




   Droga! Eu vivo em um lugar onde se come cadáveres no café da manhã e gente mata gente, mesmo não se dando conta que é da mesma espécie e que o mundo nem deles é.
   Guerras são travadas pela conquista de territórios que originalmente não são nossos. Somos apenas recém nascidos entre os gigantes que habitam esse mundo, no qual, por um equívoco, insistimos em chamar de Terra.
   É incrível que até o majestoso metal esteja perdendo, perdendo não, dividindo espaço com a vida reciclada, ou o plástico. Para os mais entendidos do assunto, apenas petróleo. Talvez seja bom parar para pensar que a própria vida é um dos principais assassinos dela mesma.
   Gastam-se bilhões em armas e equipamentos de matança enquanto o direito de viver é deixado de lado, quem se preocupa com isso, não é mesmo?
   O menor país do mundo é também o mais rico. Somos escravos de instituições e de um “pai”, que nem sempre é tão presente no crescimento descontrolado do filho.
   Livre arbítrio? Uma criança escolhe passar fome e frio?
   Porque amamos alguns animais e outros comemos? Somos tão grandiosos assim para escolher quem é que vive?
   Egocentrismo... Vendem até a dignidade por um rostinho bonito e um corpo escultural, quem é que se preocupa com o mundo? “Eu quero que o mundo se exploda, afinal eu sou único e absoluto”, já li muito isso.           
   Se for pensar, por que artistas que fazem campanhas em combate a fome e não quem realmente está passando fome?
   Esperamos a salvação e não nos damos conta que talvez essa salvação seja a nossa extinção, pois pelo que aparenta mudar não é uma opção, “o planeta que mude sozinho, só estou de passagem”. O fato é que só vamos mudar quando pararmos de pensar assim.

                                                Equipe Partícula Elementar.

                                            

Pensamento do dia:

"[...] a natureza não é cruel, apenas implacavelmente indiferente. Essa é uma das lições mais duras que os humanos têm de aprender"   - Richard Dawkins

O primeiro post



   É importante colocar no primeiro post o motivo, o ideal desse blog. Na era dos blogs humorísticos e de “fofoca” o Partícula Elementar vem, de uma forma simples, falar de assuntos um tanto quanto incômodos e controversos para grande parte das pessoas. Assuntos polêmicos, como a constante briga entre criacionismo e evolucionismo, que nos últimos séculos vem trazendo (claro que com uma repercussão imensamente mais branda) a censura religiosa diante da luz da razão, que a nosso ver é o lado certo da coisa. Sim, antes de mais nada, é importante deixar claro que somos ateus convictos e defensores fervorosos das idéias científicas, dispostos a debater de forma civilizada qualquer assunto do gênero.
   Pretendemos também falar de filosofia, avanços científicos (englobando desde medicina até descobertas espaciais), psicologia, cotidiano, arte (música, cinema, literatura...) e principalmente modos diferentes de ver o universo ao nosso redor, porque de nada adianta ter P.H.D. em física e olhar para o céu à noite comparando estrelas a pequenos pontos brilhantes. Tudo é bem mais do que imaginamos e provaremos a vocês que o olhar científico em relação a tudo pode ser tão “mágico” (ou até mais) quanto o olhar religioso e sobrenatural.
   O vegetarianismo e as vantagens de sê-lo, técnicas ambientalmente corretas de se viver, diferenças socioeconômicas e globalização também são tópicos importantes a serem discutidos e que podem influenciar no modo de se pensar.
   Informar aquilo que não se aprende na escola de forma simples e objetiva, formar novos pensadores idealistas, debater questões polêmicas e incentivar a sede por conhecimento são os nossos objetivos primordiais.

                                                Equipe Partícula Elementar.

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Editado por Fernando Paladini ∴ Design original por SpicyTricks